Alguns cuidados simples e importantes podem garantir a sua saúde ocular e ajudar a evitar doenças irreversíveis no futuro
Você vai regularmente ao oftalmologista? Você sabia que por volta dos 40 anos nossos olhos vão perdendo a capacidade de enxergar de perto, especialmente em ambientes com pouca luz? Além disso, o processo natural de envelhecimento pode resultar em catarata, glaucoma, degeneração macular relacionada com a idade e retinopatia diabética, doenças responsáveis por 75% dos casos de cegueira no mundo, segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS) mais de 80% dos casos de cegueira no mundo poderiam ser prevenidos.
Listamos abaixo algumas dicas que poderão ajudar a entender a importância de ações simples, como fazer um check-up anual ou não resistir ao uso de óculos ou lentes de grau. Veja:
Faça exames regulares
Os cuidados com a visão devem começar na infância com o Teste do Olhinho, realizado no recém-nascido ainda na maternidade, para detectar alterações que possam causar obstrução no eixo visual e uma possível cegueira.
No início da fase escolar, a consulta também é importante porque poderá identificar sinais de miopia, astigmatismo ou hipermetropia. Depois, os exames podem ser feitos entre 8 e 15 anos.
Dos 30 aos 40 anos, a ida ao oftalmologista deve ser anual a fim de evitar problemas graves como o aumento da pressão intraocular, que pode resultar em glaucoma, doença sem cura que aos poucos causa a cegueira.
Não passe as mãos nos olhos
Esse simples ato pode resultar em infecções como a conjuntivite. Por isso, evite o contato das mãos nos olhos.
Não use colírios sem prescrição médica
Fazer o uso de medicamentos sem a prescrição do médico pode ser prejudicial também para os olhos. Portanto, não é recomendada a automedição com colírios, pomadas ou soluções. Qualquer sinal anormal na sua visão, procure o oftalmologista.
Evite a vista cansada
Cansaço visual, mal-estar e dor de cabeça podem surgir como resultado de muito tempo no computador. Para evitar esse desconforto, esteja a uma distância de 50 cm do monitor, descanse a visão a cada 20 minutos e esforce-se para piscar diversas vezes. Ao piscar, você ajuda a lubrificar os olhos e evita o ressecamento, vermelhidão e sensação de areia nos olhos.
Proteja-se dos raios solares
Os raios ultravioletas oferecem grandes riscos para os olhos. Pessoas que ficam expostas ao sol de 6 a 12 horas podem apresentar uma inflamação na córnea conhecida como ceratite actínica. A exposição ao sol, assim como a poeira, pode também alterar a membrana que recobre o olho resultando no crescimento de uma massa vermelha na direção da córnea. Para proteger os olhos, use bonés e óculos de sol de qualidade, com proteção UVA e UVB. Óculos escuros sem proteção favorecem a dilatação da pupila, permitindo a entrada maior de radiação.
Alimente-se bem
Alimentos ricos em vitamina A, C e E são aliados para a saúde dos olhos. Cenoura, frutas frescas e vegetais de folhas verdes escuras são alguns exemplos. Já os antioxidantes podem ajudar a proteger os olhos contra a cataratas e a degeneração macular relacionada com a idade.
Precisa de óculos? Use-os!
Se você precisa usar óculos de grau ou lentes de contato no dia a dia, use-os de fato. Tirá-los com a intenção de descansar a visão, não trará os benefícios que espera. Quando você deixa de usá-los, força mais a visão, deixando os olhos ainda mais cansados.
Além de ir ao médico para a realização do check-up anual, procure-o em casos de:
• Mudança na cor da íris
• Pontos ou mancha escura no campo de visão
• Dificuldade em focar objetos próximos ou distantes
• Visão dupla e visão turva
• Dor nos olhos
• Crescimento da pálpebra
• Incapacidade de fechar uma pálpebra
• Perda de visão periférica
• Vermelhidão ao redor do olho
• Perda repentina de visão
• Sensibilidade incomum à luz ou brilho
• Aparência ondulada ou torta em linhas retas
Fonte: Ministério da Saúde, Hospital Albert Einstein, Sociedade Brasileira de Oftalmologia e Harvard Medical School
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionCertos hábitos alimentares podem ser melhorados, mesmo quando você já se esforça para ter uma dieta saudável
Mesmo as pessoas mais disciplinadas cometem erros que podem colocar em risco os benefícios de uma dieta saudável.
São pequenos detalhes que ajudam o organismo a absorver mais e melhor os nutrientes que você consome.
Confira sete erros comuns e dicas correspondentes para potencializar os benefícios de alguns alimentos:
1. Comer sementes de linhaça inteiras
As sementes de linhaça são ricas em ômega-3, fibras e lignanas (antioxidantes). Além disso, são um laxante natural, usado para combater prisão de ventre.
Muita gente tem o hábito de comer linhaça no café da manhã, acompanhada de iogurte ou cereal. Mas as sementes acabam chegando ao intestino inteiras, sem ser digeridas.
Assim, alguns nutricionistas, como Cara Rosenbloom, recomendam comer linhaça triturada ou em pó para facilitar a absorção dos nutrientes.
2. Tomar bebidas energéticas após exercício
As bebidas energéticas contêm altos níveis de açúcar e sais minerais e são indicadas para repor os líquidos e eletrólitos perdidos por meio do suor durante atividade física.
Mas, de acordo com nutricionistas, não há necessidade de tomar esse tipo de bebida após a prática de um exercício, a menos que se tenha feito um esforço excepcional, como correr uma maratona.
"Se você fez menos de uma hora de exercício, não precisa tomar nenhum repositor energético", afirma Jesús Román, presidente da Sociedade Espanhola de Ciências da Alimentação.
"E, em geral, depois de praticar esporte amador, também não", acrescentou.
O que os nutricionistas recomendam é se reidratadar bebendo água.
3. Tirar o tempero da salada
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionGordura faz parte de uma dieta equilibrada
Os legumes e verduras contêm vitaminas lipossolúveis (solúveis em gorduras), como A, E e K, e vários antioxidantes, que necessitam de gordura para serem absorvidos pelo organismo.
Por isso, deixar de temperar a salada com azeite pode fazer com que você perca seus principais nutrientes. Se não quiser usar azeite, você pode substituí-lo por outros alimentos ricos em gordura, como abacate, sementes, nozes ou queijo.
"Em qualquer dieta você precisa ingerir uma certa quantidade de gordura para que as vitaminas que são solúveis em gordura possam ser digeridas e absorvidas", explica Román.
"De qualquer jeito, é muito difícil que em uma dieta não haja gordura", diz o especialista.
4. Misturar suplementos vitamínicos com café ou chá
A cafeína pode dificultar a absorção de algumas vitaminas e minerais de alguns suplementos, como cálcio, ferro e vitaminas B e D.
Por isso, os nutricionistas recomendam que os suplementos vitamínicos sejam ingeridos com água e, de preferência, antes ou depois de tomar bebidas com cafeína, como café, chá ou coca-cola.
Confira quantas horas você precisa dormir de acordo com sua idade
Dez sinais de câncer frequentemente ignorados
O surpreendente lado ruim de ser bonito
O nutricionista Jesús Román esclarece, no entanto, que o café não impede a absorção de uma forma drástica.
"Os adstringentes, como o tanino, limitam muito mais a absorção", explica Román.
"E quase nunca comemos um alimento isoladamente, sempre haverá interações", ressalva.
5. Esquecer de agitar a garrafa de leite de soja, amêndoa ou arroz antes de beber
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionCálcio adicionado a leite vegetal não se dissolve como o que está no leite de vaca
As alternativas ao leite de vaca, como o leite de soja, amêndoa ou arroz, costumam ser fortificados com cálcio e vitamina D. Mas esses nutrientes não se dissolvem facilmente e tendem a ficar concentrados no fundo da embalagem.
Se você beber o leite antes de agitar, corre o rico de perder todos os suplementos.
De acordo com Román, o cálcio adicionado, que é um cálcio mineral, não se dissolve nestes leites como o que existe naturalmente no leite de vaca. Então é preciso agitar corretamente.
O especialista recomenda, se possível, tomar o leite de vaca.
6. Acreditar que consome alimentos probióticos porque toma iogurte
Um dos maiores benefícios do iogurte, leite fermentado, é seu teor probiótico, que ajuda a manter a saúde da flora intestinal.
Mas se o iogurte é pasteurizado ou esterilizado, perde os microorganismos vivos que deveriam permanecer ativos no nosso intestino. Assim, passa a ser um produto lácteo, que contém cálcio, vitaminas e proteínas, como o leite, mas não possui propriedade probiótica.
Segundo Román, tomar iogurte pasteurizado é nutricionalmente equivalente a beber um copo de leite.
7. Confundir salada com verduras e legumes
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionUma salada básica tem pouca densidade nutritiva
Esta é uma confusão bastante comum, segundo Román. Algumas pessoas fazem uma dieta à base de salada e acreditam que estão comendo verduras e legumes suficientes.
"Uma salada básica, que tem 30 gramas de alface, algumas fatias de tomate e azeitonas, não é suficiente porque não tem volume, não apresenta densidade nutritiva suficiente", diz Román, lembrando que alguns desses ingredientes são 90% água.
Para cumprir a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de consumir pelo menos 5 porções (de 80g cada) de vegetais e frutas por dia, é necessário portanto incluir na dieta vegetais com mais densidade, como verduras cozidas e legumes.
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionAnualmente, sociedade dietética britânica elege cinco dietas que, embora popularizadas por celebridades, devem ser evitadas por fazerem mais mal do que bem
Comida vegana crua combate a obesidade? Suplementos nutricionais podem substituir uma refeição? Uma dieta de alimentos alcalinos melhora o pH do sangue?
Segundo a Associação Dietética Britânica (BDA, na sigla em inglês), a resposta às três perguntas acima é "não", apesar de essas premissas embasarem algumas das dietas mais populares da atualidade - popularidade que vem da difusão nas redes sociais e do endosso de celebridades.
Com base no que é divulgado na imprensa e na internet, a BDA elege anualmente cinco dietas que prometem saúde e emagrecimento, mas devem ser evitadas porque podem trazer justamente o contrário, segundo os especialistas da associação.
Amigos constroem ilha para passar virada do ano bebendo e burlar proibição de consumo de álcool
A 'reinvenção da roda': como é o substituto quase indestrutível dos pneus criado pela Nasa
Veja quais são as escolhidas em 2017, por que elas são criticadas e o que dizem seus defensores:
1. Dieta crudívora
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionGwyneth Paltrow é apontada como uma das seguidoras da dieta crudívora
A dieta baseada em alimentos veganos e crus ganhou supostos adeptos como a atriz e empresária Gwyneth Paltrow e o cantor Sting prometendo a perda de peso e uma limpeza no organismo.
O cardápio crudívero incluiria alimentos que não foram modificados, enlatados, processados quimicamente ou aquecidos a mais de 48ºC. Defensores argumentam que o aquecimento destrói algumas enzimas naturais e alguns nutrientes dos alimentos.
Mas a BDA questiona os benefícios disso. "Uma dieta vegana bem planejada com suplementos necessários, como vitamina B12 e D, pode até ser saudável, mas não garante a perda de peso", diz comunicado da associação.
"Comidas veganas geralmente contêm as mesmas calorias das não veganas. (...) Embora alguns alimentos sejam benéficos quando consumidos crus, outros são mais nutritivos quando cozidos - como cenouras - e outros nem sequer podem ser comidos crus, como batatas. Não há motivo para acreditar que o alimento cru seja inerentemente melhor. (A dieta) pode não prejudicar seu corpo no curto prazo, mas fazê-lo a longo prazo caso não seja balanceada."
Além disso, por se tratar de uma dieta extremamente restritiva, ela é difícil de ser seguida e não é adequada para crianças ou mulheres grávidas, por exemplo.
E, para alguns especialistas, a evolução fez com que perdêssemos algumas enzimas para digerir certos alimentos crus. Sob essa interpretação, nosso corpo simplesmente não aguenta, no longo prazo, uma dieta sem comidas cozidas.
2. Dieta alcalina
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionLimão é uma das estrelas da dieta alcalina
Essa dieta se baseia na ideia de que consumir mais alimentos alcalinos - frutas como o limão, além de alho, batata, alguns legumes e cereais - e menos ácidos ajuda a mudar o pH (índice que mede acidez, alcalinidade ou neutralidade) do sangue e até mesmo tratar câncer e osteoporose.
No entanto, segundo a BDA, essa ideia parte de um falso entendimento sobre a fisiologia humana: o pH dos alimentos não impacta o pH do sangue.
"Nosso corpo é perfeitamente capaz de manter o sangue dentro de um espectro bem específico de pH (entre 7,35 e 7,45). Se ele não conseguir fazer isso, você ficará doente rapidamente e pode morrer se não for tratado. Dietas alimentares podem mudar o pH da urina, mas isso não está relacionado ao pH do sangue, que não é afetado pela alimentação", diz.
A conclusão da associação é de que a dieta alcalina pode resultar em perda de peso por favorecer a ingestão de mais vegetais e cortar alimentos processados - mas isso não tem nada a ver com a alcalinidade ou acidez da comida.
3. Dieta de suplementos nutricionais de Katie Price
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionCelebridade britânica Kate Price tem uma linha de shakes que substituem refeições, forma 'insustentável' de perder peso, segundo BDA
A modelo e apresentadora britânica Katie Price tem promovido uma série de shakes desenvolvidos para substituir refeições, descritos como saborosos, com baixo índice de gordura e com nutrientes essenciais e apenas 185 calorias. Prometem perda de peso e tonificação muscular, mas sem explicar bem como isso ocorreria cientificamente.
A BDA torce o nariz para substitutos de refeições e supressores de apetite como esse - vistos pela associação mais como uma forma de ganhar dinheiro do que de promover a saúde.
"A perda rápida de peso (promovida por shakes) pode ser motivadora, mas é insustentável", diz a associação. "Supressores de apetite não são saudáveis, recomendáveis nem um modo sustentável de perder peso. (...) Produtos que substituem refeições funcionam pela restrição da ingestão de calorias e não precisam ser parte de um projeto saudável de perda de peso."
Para Sarah Coe, da Fundação Britânica de Nutrição (BNF, na sigla em inglês), "os substitutos de refeições podem ser úteis para pessoas que têm muito peso a perder, mas sempre devem ser usados sob supervisão de um profissional da saúde".
A empresa Katie Price Nutrition foi contactada pela BBC, mas não quis comentar.
4. Dieta de Pioppi
A dieta de Pioppi (nome de uma cidade italiana de população extremamente longeva) promove alguns princípios da dieta mediterrânea para perder peso e reduzir o risco de diabetes tipo 2, mas com algumas modificações - que não agradaram a BDA.
Seus criadores, Aseem Malhotra e Donal O'Neill, recomendam refeições com poucos carboidratos e mais gorduras, além da ingestão de frutas, verduras, peixes, azeite de oliva, álcool com moderação e a prática de exercício físico. Eles sugerem evitar carne vermelha, carboidratos e açúcar.
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionDieta de Pioppi se baseia nos princípios da alimentação mediterrânea, com algumas modificações
De fato, as recomendações a uma alimentação com frutas e vegetais abundantes, peixes e azeite de oliva estão em linha com diretrizes oficiais de dietas saudáveis. Mas a BDA ressalta que a dieta de Pioppi tem diferenças importantes em relação à mediterrânea.
"Os autores talvez sejam as únicas pessoas do planeta que viajaram à Itália e voltaram com uma dieta que exclui massas, arroz e pães - mas inclui coco -, talvez por eles defenderem uma agenda de baixa ingestão de carboidratos", diz a associação.
"É ridícula a ideia de que essa aldeia italiana deva ser associada a receitas como pizza à base de couve-flor, um substituto de arroz também feito de couve-flor ou qualquer coisa usando óleo de coco. (A dieta) também estimula as pessoas a passarem fome durante 24 horas em determinados momentos da semana. (...) A dieta mediterrânea tradicional é saudável, mas foi sabotada (pela dieta de Pioppi)."
Mas Malhotra, um dos autores da dieta de Pioppi, que é médico cardiologista e assessor do Fórum Britânico de Obesidade, defende que sua dieta "é uma avaliação independente, que combina os segredos de um dos povos mais saudáveis do mundo com as mais recentes investigações médicas, nutricionais e de exercícios para desmascarar muitos dos mitos das indústrias da perda de peso e da saúde".
Ele agrega que a dieta "recebeu o respaldo de diversos importantes médicos internacionais" e questiona "os vínculos financeiros e a influência de empresas alimentícias na BDA".
"Na minha opinião, não se pode confiar neles como fonte independente de assessoramento dietético", afirma Malhotra.
Em resposta, um porta-voz da BDA afirmou que "a análise que publicamos sempre se baseia em provas e não é afetada pelas relações que temos com produtores de alimentos".
5. Dieta cetogênica
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionDieta cetogênica teria conquistado seguidores como o atleta americano Kobe Bryant
Diversas celebridades foram associadas à dieta cetogênica, como a estrela de reality shows Kim Kardashian, o atleta Kobe Bryant e o ator Alec Baldwin.
A premissa é consumir poucos carboidratos (e estes provenientes de vegetais sem amido, de nozes e sementes), bastante gordura e proteínas com moderação.
O objetivo é levar o corpo a um estado de "cetose": diante da ausência de glicose dos carboidratos, ele queimaria gordura para produzir energia.
"O perigo é que alguns (defensores) dizem que a dieta pode prevenir diferentes tipos de câncer, o que simplesmente não é verdade", afirma a BDA.
"Uma dieta cetogênica cuidadosamente planejada por um especialista pode ser eficiente em tratar pessoas com epilepsia. Para a perda de peso, não há mágica. Essa dieta funciona como qualquer outra ao cortar calorias e remover alimentos que as pessoas tendem a comer demais. (...) (Mas) nunca é uma boa ideia restringir demais algum grupo alimentar (inclusive o de carboidratos), porque isso dificulta que se alcance uma dieta balanceada quanto a vitaminas, minerais e fibras."
A associação agrega que a dieta cetogênica pode até resultar na perda de peso no curto prazo, mas é de difícil sustentação e pode causar sensação de falta de energia, náusea, problemas de sono, desconforto digestivo e mau hálito, entre outros males.
Direito de imagemGETTY IMAGES
Para perder peso com saúde
"Quando vemos uma celebridade com uma aparência fabulosa e uma vida aparentemente maravilhosa, afirmando que isso se deve à dieta da moda, é muito tentador acreditar que existe uma fórmula mágica para mudar nossas vidas", afirma Sian Porter, porta-voz da BDA.
"A verdade é que a maioria das celebridades têm uma equipe de profissionais e assessores preparando sua comida, monitorando seus exercícios físicos, escolhendo suas roupas, fazendo sua maquiagem e assegurando que elas estejam sempre lindas. Na realidade, se algo soa bom demais para ser verdade, provavelmente é. Sempre busque evidências (científicas) e siga conselhos de pessoas qualificadas, sujeitas a regulamentação e que não tenham nada a vender ou promover."
A BDA também dá algumas recomendações sobre como perder peso sem deixar de lado uma dieta saudável:
- Mantenha um diário dos alimentos consumidos e seu estado de ânimo, para tentar identificar se há alguma relação entre ambos
- Faça uma lista de atividades que possam te distrair da vontade de comer guloseimas
- Estabeleça metas realistas: começar perdendo 5% a 10% de seu peso pode ter grandes benefícios à saúde, se você de fato estiver acima do peso
- Evite comer enquanto assiste TV ou faz outras atividades, já que isso pode fazer você comer mais do que precisa
- Divida o prato: uma metade com verduras ou salada; o outro, com proteínas e carboidrato.
Saiba mais sobre as causas do diabetes tipo 2 na infância e adolescência e os hábitos que podem ajudar a evitar a doença
A taxa de crianças com sobrepeso no Brasil é de 7,3%, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). O número é resultado das mudanças nos padrões alimentares da população, o baixo consumo de alimentos saudáveis e o sedentarismo. Hábitos de vida pouco saudáveis como esses podem resultar em casos de diabetes tipo 2, inclusive em crianças e adolescentes.
O diabetes tipo 2 está relacionado à obesidade e, portanto, em sua maioria das vezes, pode ser evitado com a prática de hábitos saudáveis. Apesar de o organismo produzir a insulina, a obesidade provoca nas células uma resistência à ação desse hormônio. Como o papel da insulina é transportar a glicose para dentro das células, com essa resistência, a concentração de glicose no sangue (glicemia) se eleva (hiperglicemia).
Fonte: Fontes: Hospital Albert Einstein/ Organização das Nações Unida (ONU)/ Mayo Clinic
Salomão afirmou em Provérbios 14.2: “Quem anda na retidão teme o Senhor, mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.”...
Sobre Marcio Natali
Tenho por finalidade alcançar as comunidades e congregar pessoas, físicas e jurídicas, com o propósito de promover atividades direcionadas à Educação, ao Desporto e utilizar a Arte como ferramenta de transformação Humana e Social com o objetivo de conscientização e valorização da vida humana, visando o resgate da cidadania e integração familiar.