terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Mau Hálito







Mau hálito: livre-se desse incômodo

Saiba como evitar o desconforto e as medidas que podem ajudar a manter a sua saúde bucal
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 40% da população mundial sofre com mau hálito. Também chamado de halitose, o mau hálito é um sinal de que algo está em desequilíbrio na boca ou em alguma outra parte do organismo. 
O mau hálito pode ser resultado de alguma doença na cavidade bucal como gengivite ou periodontite, ou até mesmo, efeito do jejum prolongado, ingestão de alimentos com odores, hipoglicemia e alterações hepáticas ou intestinais. 
Outra possível causa para o mau hálito é a diminuição de produção de saliva. A saliva ajuda a proteger a boca e colabora na digestão, mas a falta dela pode favorecer a formação de placa bacteriana, inflamação nas gengivas, saburra lingual (língua branca) ou cáseos amigdalianos (pequenos círculos brancos na garganta). A falta de saliva, por sua vez, pode ser consequência de estresse, doenças autoimunes e medicações.


Proteja a sua boca do mau hálito


• Use fio dental
• Escove os dentes e a língua
• Consulte o dentista regularmente
• Tenha uma dieta balanceada
• Evite o jejum prolongado
• Controle o estresse


CUIDE DA SUA SAÚDE BUCAL


Escove os dentes ao menos três vezes ao dia

Escolha uma escova macia e faça movimentos suaves durante a escovação. Lembre-se de escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia: após o café da manhã, almoço e jantar. Não esqueça também de escovar a língua e o céu da boca. Uma escovação correta evita o surgimento, por exemplo, de tártaros e cáries.


Fio dental

O fio dental é importante porque pode alcançar espaços onde a escova não chega com facilidade. Ele ajuda a remover restos de alimentos e placa bacteriana.


Visite o dentista regularmente

A visita ao dentista é importante para identificar e evitar as doenças bucais. A recomendação é que as visitas sejam realizadas a cada seis meses.


Cárie

A cárie é provocada pelo crescimento bacteriano favorecido pelos restos alimentares não eliminados com a adequada higiene bucal. Essas bactérias favorecem a formação de substâncias que corroem os dentes causando dor e desconforto. A escovação correta e regular e o consumo moderado de doces evitam o problema.


Gengivite

Gengiva inchada e dolorida, sangramento ao escovar os dentes ou durante o uso do fio dental podem ser sinais de gengivite, uma das responsáveis pelo mau hálito. O dentista pode indicar o melhor tratamento para, inclusive, evitar que o quadro evolua para uma periodontite, quadro mais grave e com maior risco para a saúde.


Fonte: Ministério da Saúde/ Associação Brasileira de Odontologia (ABO)

domingo, 28 de janeiro de 2018

Volta às Aulas







Orientações para a volta às aulas

Saiba como tornar o início do ano letivo mais tranquilo e como gerar boas expectativas para o primeiro dia de aula da criança
O período de volta às aulas costuma envolver uma mistura de emoções. Depois de passar cerca de dois meses desfrutando de uma rotina tranquila e menos regrada, é compreensível que as crianças fiquem chateadas devido ao fim das férias e, ao mesmo tempo, ansiosas para o primeiro dia de aula. Cabe aos pais ajudar a controlar a ansiedade dos filhos e tornar este período mais prazeroso e educativo.

A Academia Americana de Pediatria (American Academy of Pediatrics) elaborou uma série de recomendações para o período de volta às aulas. Entre elas está a necessidade de regularizar a rotina de sono nas semanas que antecedem o primeiro dia de aula. Essa medida é importante porque o sono insuficiente pode influenciar negativamente no desempenho escolar. As horas recomendadas de sono variam conforme a idade, para crianças de 6 a 12 anos a orientação é de 9 a 12 horas de sono, já para jovens de 13 a 18 anos a organização recomenda de 8 a 10 horas. Abaixo estão outras dicas voltadas aos pais:

 
• Caso a criança inicie o ano letivo em uma escola nova, fique atento a todas as orientações repassadas pela diretoria e, se possível, leve-a para visitar a escola antes do primeiro dia de aula. 

• Se o seu filho está ansioso para a volta às aulas, explique que provavelmente vários outros colegas também estão inquietos. Mencione que os professores sabem sobre este sentimento e farão um esforço extra para garantir que todos os alunos sintam-se confortáveis. 

• Aponte os aspectos positivos da rotina escolar, como rever amigos, conhecer novas pessoas e aprender novas curiosidades e informações. Recorde episódios positivos que lhe ocorreram na escola. 

• Se você sentir que é necessário, acompanhe seu filho até à escola no primeiro dia de aula. Quando ele retornar para casa, pergunte o que ele fez na escola, peça para que ele ensine algo que aprendeu, etc. 

Fonte: American Academy of Pediatrics

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Vacinas indicadas para as gestantes.




Gravidez: conheça as vacinas indicadas para as gestantes

Três importantes vacinas devem fazer parte do calendário de imunização da gestante. Saiba quais são elas!






Logo após a confirmação da gravidez, a mulher inicia o pré-natal e diversas recomendações são passadas a ela pelo médico. Uma delas é a atualização da caderneta de vacinação com a aplicação de três vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde, conforme o histórico da gestante. Veja abaixo quais são elas.


Tríplice Bacteriana Acelular 

Também conhecida como dTpa adulto, a Tríplice Bacteriana Acelular é recomendada pelo Ministério da Saúde para todas as gestações a fim de proteger contra a difteria, tétano e coqueluche. Atualmente, 87% dos casos de coqueluche no Brasil são em crianças menores de seis meses. Portanto, a vacina protege a gestante e transfere anticorpos ao feto, protegendo-o nos primeiros meses de vida da bactéria Bordetella Pertussis. Apenas uma dose, aplicada a partir da 20ª semana de gestação, já garante a imunização contra os agentes causadores das três doenças. Mulheres que perderam o prazo da vacinação podem se vacinar até 40 dias após o parto. 

Hepatite B

A hepatite B é transmitida pela prática do sexo desprotegido (sem preservativos), transfusão de sangue contaminado, compartilhamento de agulhas ou por materiais de manicure, pedicure e procedimentos odontológicos e cirúrgicos fora dos padrões de segurança. Além disso, a hepatite B pode ser transmitida para o bebê durante a gravidez e amamentação. Grávidas que ainda não tomaram a vacina, devem receber três doses após o primeiro trimestre de gestação, com o intervalo de 60 dias entre elas.

Influenza

As mudanças no organismo da mulher durante a gravidez deixam a gestante mais vulnerável às complicações de uma infecção pelo vírus Influenza. Assim sendo, a vacina é especialmente indicada para a gestante nos meses em que o vírus costuma estar circulando (final do outono e começo do inverno) na população, e pode ser aplicada em qualquer período da gravidez. A campanha nacional contra a influenza costuma acontecer nos meses de abril e maio.


Lembre-se! Faça o pré-natal corretamente e siga as instruções do seu médico em relação ao cronograma de vacinação durante a gestação.



Fonte: Ministério da Saúde/ Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Proteja-se do SOL!





Proteja-se do sol!

Cuidar corretamente da pele é a melhor maneira para evitar o envelhecimento precoce, queimaduras e manchas relacionadas ao câncer de pele
Proteger a pele é um cuidado importante em todas as épocas do ano. Mas no verão essa atenção deve ser redobrada para evitar problemas típicos da estação que vão desde micoses, queimaduras e até insolação. Além disso, proteger a pele contra as agressões dos raios ultravioletas é fundamental para evitar o câncer de pele.

Proteja-se dos raios UVA e UVB

A exposição à radiação ultravioleta tem efeito acumulativo e pode resultar em manchas, pintas, sardas ou tumores benignos e malignos. Os raios UVA são os responsáveis pelo fotoenvelhecimento. Eles penetram profundamente na pele e podem causar diversos tipos de câncer. Por ter a mesma intensidade em qualquer estação do ano, o uso do protetor solar é importante até mesmo no inverno. Já os raios UVB são responsáveis por queimaduras solares e ardência da pele.
Para prevenir os efeitos dos raios ultravioletas, evite o sol das 10h às 16h, use protetor solar, chapéu e óculos escuros com proteção UV. Ao fazer atividade física, troque o chapéu pelo boné, proteja-se com camisas de manga longa próprias para a prática e abuse do protetor solar. Dê preferência por produtos com, no mínimo, FPS 30. Caso a pele seja mais clara, opte por um fator de proteção solar maior.

  


Evite a insolação

A insolação é resultado da exposição prolongada ao sol e ao calor. Dependendo da gravidade, pode ocasionar desidratação, queda de pressão, taquicardia, falta de ar e até perda de consciência. Evite o problema ingerindo bastante água mineral, isotônicos ou água de coco.




Gestantes e bebês: cuidados especiais

Além dos riscos já mencionados sobre a incidência do sol sobre a pele, as gestantes podem desenvolver melasmas, que são manchas marrons que aparecem nas bochechas. Apesar de ter cura, nem sempre todas as manchas desaparecem com o tratamento.
Já os bebês só devem ficar expostos ao sol antes das 10h e após as 16h e, sempre que possível, protegidos pela sombra ou por roupas. A partir dos seis anos, eles já podem usar protetor solar.

Fonte: Hospital Albert Einstein e Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

10 ESTRATÉGIAS PARA DISCIPLINAR CRIANÇAS


Pequenas, mas com vontades próprias, as crianças necessitam de disciplina para conhecerem os limites e valores importantes como o respeito. No entanto, a disciplina não deve ser reservada exclusivamente para os momentos em que as crianças se portam mal, deve ser algo contínuo para que a criança saiba ela própria distinguir entre o que é certo e o que é errado. Mune-se destas estratégias para ter sempre crianças bem comportadas.



1. REGRAS E LIMITES

A melhor forma de facilitar a disciplina de uma criança é estabelecer regras e limites claros, ou seja, que sejam claramente perceptíveis pela criança. As regras e os limites são fundamentais para a criança aprender o autocontrole, para saber o que está certo e errado, facilitando a vivência dentro e fora da esfera familiar. Conhecidas as regras, a vida torna-se mais fácil para pais e crianças.

2. CONSEQUÊNCIAS CLARAS

Da mesma forma que as regras para crianças têm de ser simples e claras, também as consequências devem ser. Se existe um castigo para o mau comportamento – ir para a cama mais cedo, não poder ver televisão ou brincar com um certo brinquedo – é importante que essa consequência se materialize. Só assim é que as crianças vão perceber que não podem contornar as regras, nem desafiar os limites sem terem de lidar com as consequências. Por mais que lhe possa custar, há que cumprir as consequências – nunca ninguém disse que a disciplina ia ser fácil, mas mais importante do que isso é que seja eficaz. A longo prazo valerá a pena.



3. O RESPEITO É MUITO BONITO

Ensinar a criança a respeitar não só os adultos, mas todas as pessoas que a rodeiam passa por coisas tão simples como aprender a dizer “por favor” ou “obrigado”. Não gritar ou bater são outras ações que devem ser controladas, para limitar a agressividade nas crianças. Fale com a criança da mesma forma que gostaria que ela falasse consigo e nos dias em que a pequenada se exaltar (acontece a todos!) peça-lhe para se sentar quieta durante 5 minutos para se acalmar antes de voltar a falar consigo. É importante que a criança possa falar e expressar tudo o que lhe apetece, mas sempre com respeito pelo outro.

4. SIM EM VEZ DE NÃO

Quando se pensa em disciplina para crianças, a palavra que vem imediatamente à cabeça é “não”, porém, esta deve ser substituída pelo “sim” sempre que possível, ou seja, troque o “não deves” por “deves”. Ao focar o comportamento que quer ver em vez daquele que não quer ver, é mais fácil a criança aprender – por exemplo, em vez de dizer “não batas com os carrinhos na mesa” diga “ao fazeres isso podes estragar a mesa, brinca com os carrinhos no chão, aí andam mais depressa!”.

5. DESCOBRIR AS CAUSAS

Se o mau comportamento é uma constante e todos os atos de disciplina estão a ser infrutíferos, é importante avaliar a situação e perceber qual o motivo por de trás da desobediência: será que aconteceu alguma coisa na escola? Será que a criança não se sente bem? Estará a dormir o suficiente? O mau comportamento nem sempre é capricho infantil, por isso, converse com a criança depois de ela se acalmar e tente avaliar melhor a situação e a forma como a pode resolver.



6. SEJA FIRME

O segredo por de trás do sucesso da disciplina infantil é a capacidade de manter-se firme, ou seja, se a criança já sabe que não pode levar brinquedos para a escola, não ceda só porque ela resolveu fazer uma birra gigante; se a hora de dormir é às 20h30, não ceda porque a criança quer brincar mais um bocadinho. No momento em que ceder, a criança vai continuar a testar os limites vezes sem conta.  

7. GOSTO DE TI

Ser firme não significa que não pode dizer à criança quanto gosta dela ou dar-lhe um abraço depois de lhe chamar a atenção pelo mau comportamento ou de explicar porque não gostou de determinada ação ou palavras. É uma forma interessante de mostrar à criança que a disciplina não significa que se goste menos um do outro e que apesar dos conflitos tudo vai acabar bem.



8. O PODER É SEU

Não há volta a dar, os pais são quem mandam, por isso, utilize isso para seu benefício. As crianças observam e copiam tudo aquilo que seja do mundo adulto, por isso, se estiver sempre a gritar com a pequenada, eles vão pensar que não há nada de errado com isso e serão certamente um espelho do mesmo tipo de comportamento. Ao respirar fundo e pensar duas vezes antes de falar, pode fazê-lo de forma calma, lembrando à criança que é assim que se fala e se deve comportar. Cabe a si estabelecer o tom das situações, que as crianças acabam por seguir esse caminho.

9. CUIDE-SE

As crianças são os seres mais maravilhosos do mundo, mas a rotina diária e as diferentes fases do seu desenvolvimento podem revelar-se verdadeiros desafios para qualquer mãe ou pai. Daí a importância de cuidar de si – encontre tempo de qualidade para estar sozinho, mas também com o seu companheiro(a), faça atividades que lhe permitem aliviar o stress – desta forma estará mais preparado para enfrentar, de forma calma e exemplar, os desafios da disciplina infantil.



10. AVANÇOS E RECUOS

Disciplinar uma criança não é algo que acontece de um dia para o outro e, embora seja mais fácil perceberam as regras à medida que vão crescendo, isso não significa que de vez em quando não haja uma grande birra, portas a bater, irmãos a brigar ou outros comportamentos menos positivos. 
Esteja preparado para tudo.


https://www.facebook.com/aldezirmotasoares

Dengue aqui Não!




Previna-se contra a Dengue

Combate ao mosquito Aedes aegypti é a maneira mais eficaz de prevenir a doença

A dengue é uma doença causada por um vírus e transmitida pela picada do Aedes aegypti, mosquito que também é transmissor da febre amarela urbana, zika e chikungunya. As chuvas e altas temperaturas do verão são os principais fatores de risco para a reprodução e proliferação do mosquito. O combate ao Aedes aegypti ainda é a principal maneira de prevenir a doença.


Transmissão


A via de transmissão do vírus é a picada do mosquito Aedes aegypti. Porém há casos de transmissão vertical – da gestante para o bebê – e por transfusão de sangue.


Sintomas da dengue



Febre alta com início súbito (39° a 40°C) e forte dor de cabeça 




Dor por trás dos olhos, perda do paladar e apetite

  



Manchas e erupções na pele parecidas com as que ocorrem no sarampo




Náuseas, vômito e tontura




Cansaço, moleza, dor no corpo, ossos e articulações

 



Dor abdominal






Dengue hemorrágica


Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue clássica, com a diferença que, entre o terceiro e quarto dia, começam a aparecer sinais de hemorragias. O estado do paciente se agrava rapidamente, podendo chegar a insuficiência circulatória. Após o final do período febril surgem:

• Dores abdominais contínuas;
• Vômito persistente;
• Pele pálida, fria e úmida;
• Sangramento no nariz, boca e gengiva;
• Manchas vermelhas na pele;
• Sonolência, agitação e confusão mental;
• Sede e boca seca;
• Dificuldade respiratória;
• Queda da pressão arterial.


Vacina


Apesar de a primeira vacina contra a dengue estar disponível no Brasil desde 2016, em novembro de 2017, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) passou a não recomendar a vacina para pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue. Estudos preliminares identificaram que, nesses indivíduos, ocorreu um aumento do risco de exacerbação da doença, com aumento de casos de dengue grave e maior risco de hospitalização. Uma outra vacina, de dose única, está em fase final de testes no Instituto Butantan, mas ainda sem previsão de liberação. 



Contraindicação da vacinação

• Pessoas imunodeprimidas (com distúrbios de imununidade);
• Alergia grave a algum dos componentes da vacina;
• Gestantes;
• Mulheres em fase de amamentação;
• Indívíduos que nunca tiveram dengue.


Prevenção


• Não deixe água parada em pneus, baldes, garrafas, pratos de plantas ou qualquer outro recipiente;
• Cubra caixas d’água e piscinas;
• Instale telas em janelas e portas;
• Use roupas compridas e repelente nas áreas expostas.

Fonte: Ministério da Saúde/ Hospital Albert Einstein/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)

sábado, 20 de janeiro de 2018

Diabetes na infância




Diabetes na infância

Saiba mais sobre as causas do diabetes tipo 2 na infância e adolescência e os hábitos que podem ajudar a evitar a doença
A taxa de crianças com sobrepeso no Brasil é de 7,3%, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). O número é resultado das mudanças nos padrões alimentares da população, o baixo consumo de alimentos saudáveis e o sedentarismo. Hábitos de vida pouco saudáveis como esses podem resultar em casos de diabetes tipo 2, inclusive em crianças e adolescentes. 
O diabetes tipo 2 está relacionado à obesidade e, portanto, em sua maioria das vezes, pode ser evitado com a prática de hábitos saudáveis. Apesar de o organismo produzir a insulina, a obesidade provoca nas células uma resistência à ação desse hormônio. Como o papel da insulina é transportar a glicose para dentro das células, com essa resistência, a concentração de glicose no sangue (glicemia) se eleva (hiperglicemia).
Fontes: Hospital Albert Einstein/ Organização das Nações Unida (ONU)/ Mayo Clinic


10 Coisas que Você Precisa Saber sobre Diabetes na Infância

Quando o assunto é crianças e adolescentes com diabetes, a educação e a precaução são sinônimos de um futuro saudável e seguro.  Os cuidados são necessários para manter a doença controlada e evitar complicações futuras. Confira abaixo 10 coisas que você precisa saber sobre Diabetes da infância.
1-   Nos dias atuais, o diabetes é uma doença bastante comum. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, pelo menos 170 milhões de pessoas sofrem da doença atualmente. Em 2025, este número deverá atingir 300 milhões de pessoas. No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas têm diabetes e metade delas desconhece sua condição.
2-    Para descobrir se seu filho tem diabetes é importante saber como identificar os sintomas. Alguns deles são caracterizados pelo excesso de sede e de urina, e pela perda de peso. Por exemplo, algumas crianças voltam a urinar na cama ou acordam com frequência para beber água no decorrer da madrugada. Ao perceber estas ocorrências, é fundamental consultar um endocrinologista pediatra de imediato.
3-   O tratamento para o diabetes pode ser ou não efetuado através da aplicação de insulinas, sendo primordial uma avaliação com um endocrinologia pediátrico.
4-   A dedicação e o carinho por parte da família é fundamental para crianças com diabetes, principalmente por parte dos pais. São eles que devem sempre ficar atentos em manter uma frequência nas consultas médicas para saber se a criança está com uma velocidade adequada do aumento de peso e altura e também para ajustes na terapia insulínica, que varia de acordo com as fases do desenvolvimento.
5-   A automonitorização da glicemia, a educação em diabetes, a prática de atividade física e o controle nutricional são necessidades comuns e importantes em qualquer faixa etária de pacientes com DM1, tanto nas crianças quanto nos adultos, e precisa fazer parte da rotina de tratamento.
6-   É importante a ajuda dos pais na inclusão da automonitorização no dia a dia do paciente, realizada de forma natural e sempre envolvendo seu filho nas decisões tomadas.  Aos poucos, a criança irá perceber a importância desse controle para sua própria saúde.
7-   Nem sempre a criança entende ou aceita bem a doença. Por conta disso, o acompanhamento de um psicólogo deve ser feito, se necessário.
8-   Realizar a integração dos pacientes com outras crianças que também possuem diabetes, através de encontros, associações e acampamentos é um ótimo meio de, além de ajudar seu filho a lidar com a questão, ensiná-lo e educá-lo mais sobre o assunto.
9-   É fundamental que os pais evitem a superproteção e a discriminação no processo de aceitação.
10- Após a infância e adolescência, os cuidados devem continuar os mesmos, mas o paciente deve ser encaminhado para um ambulatório de transição, onde o endocrinologista pediátrico e o endocrinologista adulto atendam simultaneamente a criança. Geralmente entre 15 e 19 anos acontece essa mudança, mas isso varia de acordo com o caso.
Fonte: https://www.endocrino.org.br

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Vamos falar sobre bullying?






Vamos falar sobre bullying?

Saiba como ajudar seu filho a lidar com situações de bullying e como orientá-lo a não se tornar autor da prática



A exposição da criança ou adolescente ao constrangimento, intimidação, difamação, deboche e outras práticas de agressão física e verbal são algumas das características do bullying. Veja nesta cartilha quais sinais podem indicar que o seu filho está sofrendo com o problema e como ajudá-lo a lidar com isso.






Vamos falar sobre BULLYING? 

Apesar de o nome ter sido popularizado nas últimas décadas, o bullying não é algo novo no mundo. Como bem cita a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) em sua cartilha sobre o tema, o bullying já foi relatado há mais de 150 anos na obra Oliver Twist, de Charles Dickens.
Situações que expõe a criança ou o adolescente ao constrangimento, agressões intencionais físicas ou verbais, para intimidar, difamar, debochar, ameaçar, danificar pertences ou excluir de atividades e conversas podem provocar dor, angústia e problemas de saúde e comportamento. Já o cyberbullying se caracteriza por ações na internet para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de constranger.
A prática do bullying, muitas vezes, é evidente na fase pré-escolar, tem seu pico no ensino médio e diminui ao final desse mesmo período. Em 2015 foi aprovada a Lei 13.185, que institui o programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying) no âmbito educacional. Ainda assim, é fundamental a participação ativa dos pais ou responsáveis na vida da criança e do adolescente, assim como o diálogo em torno dos riscos e consequências do bullying, a fim de minimizar a prática.


Intenção sem motivação evidente

A pessoa que pratica o bullying entende que sua atitude será desagradável, mas mesmo assim a faz.

Relação desigual de poder

A vítima se sente inferior em força física, em desvantagem por existir mais agressores do que agredidos e uma visível diferença em autoconfiança e autoestima.

Repetição

Uma das evidências é a repetição, diferente do cyberbullying que mesmo se ocorrer apenas uma vez já é considerado bullying.

Natureza das atitudes agressivas

Os atos visam humilhar, intimidar, agredir, difamar, debochar, ameaçar e danificar pertences.

Muitas vezes, a criança ou o jovem não relata aos pais o que acontece na escola. 
Fique alerta caso ele apresente algum desses sinais:

O bullying pode resultar em transtorno do pânico, fobia social (timidez), ansiedade generalizada, anorexia, bulimia, transtorno obsessivo-compulsivo, depressão, transtorno do estresse pós-traumático e sintomas psicossomáticos (náusea, palpitação, dor de cabeça, diarreia, alergia, tremores, sudoreses). Casos mais graves podem resultar em homicídio ou suicídio.








Caso os pais identifiquem que os filhos praticam bullying, a orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é não ignorar a situação, mas sim buscar respostas para os motivos do comportamento.

• Não agir com violência ao detectar a situação;

• Buscar possíveis soluções em conjunto com o jovem;

• Incentivar o filho a falar sobre os problemas e frustrações;

• Conhecer os amigos dos filhos para identificar se ele pode estar sendo influenciado – cuidado para não buscar outros culpados e isentá-lo de seus atos e responsabilidades;



Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)/ Artigo “Four Decades of Research on School Bullying”, de Shelley Hymel, University of British Columbia e Susan M. Swearer, University of Nebraska–Lincoln e Born This Way Foundation/ Bullying: mentes perigosas nas escolas. Ana Beatriz Barbosa Silva. 2015. Editora Globo/ Lei do Bullying nº 13.185/2015









 

Postagem em destaque

AVALIE SEU TEMOR AO SENHOR

Salomão afirmou em Provérbios 14.2: “Quem anda na retidão teme o Senhor, mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.”...