Marcio Natali

Canções para quem ainda ora mesmo cansado.

Aqui não é sobre palco. É sobre presença. Um espaço para músicas, textos e reflexões de fé real, para quem busca Deus sem fingir força.

Canções e Reflexões

domingo, 5 de novembro de 2017

Autocontrole para as crianças

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Ensine sobre autocontrole para as crianças

Este ensinamento é fundamental para que os filhos respondam a situações estressantes de maneira positiva.
É comum ouvir relatos de pais que dizem “não” para algum pedido do filho e, então, a criança começa a chorar e gritar. Situações como essa costumam frustrar e causar irritação. Conforme a Academia Americana de Médicos de Família (American Academy of Family Physicians), os pais podem ajudar a criança a desenvolver o autocontrole. Esta é uma habilidade importante que auxiliará a criança em diversas circunstâncias ao longo de sua vida. 


Durante uma crise de birra, por mais difícil que possa parecer, é preciso resistir à vontade de esbravejar com a criança. É importante que os pais mantenham a calma e expliquem que gritar ou espernear são comportamentos inaceitáveis e ineficazes. Em um supermercado, por exemplo, se a criança fizer cena ao receber um “não”, explique porque determinado produto não será comprado e mantenha-se firme na decisão.



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A importância do exemplo

As atitudes dos pais são exemplos para os filhos, portanto, é preciso demonstrar o autocontrole em situações do dia a dia. Ao extraviar as chaves, por exemplo, ao invés de demonstrar irritação explique para a criança o ocorrido e, em seguida, proponha uma busca conjunta para encontrar as chaves. Mostre que o controle emocional é a maneira mais fácil para lidar com situações difíceis. Abaixo listamos outras dicas estabelecidas pela Academia Americana de Médicos de Família, elas levam em consideração a faixa etária das crianças.  




Até os dois anos de idade
As crianças com menos de dois anos ficam facilmente frustradas por não conseguirem fazer tudo o que querem, costumam então responder com choro e agitação. Nessas situações, distraia a criança com brinquedos ou outras atividades. 


Dos dois aos cinco anos de idade
Designe um lugar, uma espécie de “cantinho da reflexão”, para que a criança permaneça lá até se acalmar. Explique o porquê ela vai ficar neste local, isso ajuda a despertar o autocontrole. Elogie a criança quando ela permanecer tranquila durante situações frustrantes ou difíceis. 


Dos seis aos nove anos de idade
Nesta fase as crianças são capazes de compreender melhor o significado das consequências e também que podem escolher entre o bom e o mau comportamento. Sempre que for preciso, peça para a criança se acalmar, explique sobre a importância de manter a calma em situações frustrantes ao invés das explosões de temperamento. 


Dos 10 aos 12 anos de idade 
Normalmente as crianças mais velhas compreendem melhor os sentimentos. Incentive seu filho a pensar sobre os motivos que fazem com que ele perca o controle. Explique que às vezes as situações não são tão difíceis quanto parecem, daí a necessidade de avaliar os fatos antes de responder de forma agressiva. 


Dos 13 aos 17 anos de idade
Na fase da adolescência precisam aprender a medir suas ações e as consequências delas. Sempre que houver situações perturbadoras, oriente a refletir e enfatize a importância do autocontrole para a vida social, estudantil e profissional. 

Fonte: American Academy of Family Physicians
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sábado, 4 de novembro de 2017

Uso da internet: orientações para os pais

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Uso da internet: orientações para os pais

Atitudes simples podem ajudar a garantir a segurança de crianças e adolescentes no universo digital.
Cada vez mais precocemente crianças e adolescentes têm acesso à internet, seja para assistir vídeos, fazer pesquisas, acessar redes sociais ou jogar on-line. Levando em consideração o fato de que estudos científicos evidenciam que o mundo digital pode influenciar comportamentos, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) elaborou um manual de orientação para médicos, pais, educadores, crianças e adolescentes, intitulado “Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital”. 

Entre as recomendações contidas no manual está a necessidade de os pais estabelecerem limites de horários para utilização da internet. As horas on-line devem ser equilibradas com práticas esportivas, brincadeiras e atividades ao ar livre. Esse cuidado é essencial, pois o uso excessivo da internet, mais de duas horas por dia, pode gerar consequências pouco saudáveis, entre elas:

• Prejudicar o desempenho físico e psicológico; 
• Dificultar o estabelecimento de relacionamentos fora do ambiente virtual; 
• Ocasionar transtornos de sono e de alimentação; 
• Diminuir o interesse pelas tarefas escolares.

Outra preocupação é em relação à segurança e privacidade das crianças e adolescentes. Conforme pesquisa divulgada em 2015 pelo Comitê Gestor da Internet e o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade de Informação, realizada com crianças e adolescentes com idade entre 9 e 17 anos, 18% dos entrevistados mencionaram já ter encontrado com pessoas que até então só conversavam pela internet, 21% já repassaram informações pessoais para outras pessoas que conheciam de forma on-line e 61% já publicaram fotos ou vídeos na internet. Esses dados demonstram a necessidade dos pais estarem continuamente atentos às ações dos filhos na internet. Abaixo separamos algumas orientações que podem auxiliar nesta missão. 

 

Dicas de segurança
• Verificar a classificação indicativa de jogos, filmes, vídeos e demais conteúdos on-line que as crianças querem acessar. 
 • Usar softwares que atuam como filtros de segurança e monitoramento. 
  
  
• Não permitir que sejam utilizadas redes sociais com classificação etária superior à idade da criança. A grande maioria das redes sociais são passíveis de fraude em relação a isso, portanto, é preciso ainda mais monitoria dos pais.

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• Estabelecer regras bem claras sobre a entrada em salas de bate-papo, orientando sobre os perigos de comunicar-se com alguém que nunca teve contato pessoalmente.
  
  
• Incentivar a usar o bate-papo apenas para falar com pessoas conhecidas – amigos, familiares e colegas da escola.
  
• Informar sobre a gravidade de mensagens e imagens ofensivas, discriminatórias, ameaçadoras ou obscenas, e mostrar como fazer para bloqueá-las. 



• Orientar para nunca fornecer informações pessoais, senhas virtuais, nem aceitar brindes, prêmios ou presentes oferecidos na internet.
• Advertir sobre a publicação de fotografias, pois elas podem revelar informações pessoais. É preciso avaliar se na imagem estão aparecendo detalhes como placas de carro, placas de rua ou o uniforme escolar.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria
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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Consumo de bebida alcoólica entre adolescentes II


Uso de bebidas alcoólicas por menores de idade: um grande desafio para a saúde pública
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Consumo de bebida alcoólica entre adolescentes I


Material divulgado pela Sociedade Brasileira de Pediatria traz diversos alertas sobre a ingestão de álcool na infância e adolescência


A última Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2015, traz dados alarmantes a respeito do consumo de bebidas alcoólicas entre crianças e adolescentes. Dos estudantes do 9º ano do ensino fundamental que responderam ao questionário, 55% deles assinalaram já ter tomado uma dose de bebida alcoólica, como uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de cachaça ou uísque. Em relação à embriaguez, 21,4% dos estudantes informaram já ter passado por algum episódio de embriaguez.  



Embora a legislação brasileira proíba a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos, a Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP) alerta que o álcool é a droga legal mais utilizada por adolescentes no Brasil. O manual de orientação “Bebidas alcoólicas são prejudiciais à saúde da criança e do adolescente”, elaborado pelo Departamento Científico de Adolescência da SBP, indica uma série de consequências que o uso de álcool na infância e adolescência pode gerar. Os apontamentos servem de alerta para pais, educadores, crianças e adolescentes.  


Crianças e adolescentes: 

consequências da ingestão de bebidas alcoólicas 



• Maior tendência à impulsividade e atraso no desenvolvimento da capacidade de autocontrole, tornando-os mais suscetíveis a praticar comportamentos de risco.  



• Afeta negativamente o desenvolvimento emocional, social e cognitivo. A memória é função fundamental no processo de aprendizagem, e ela sofre alteração com o consumo de álcool. 



• Indivíduos que começam a ingerir bebidas alcoólicas antes dos 15 anos de idade apresentam quatro vezes mais predisposição a desenvolver dependência alcoólica em comparação aos que iniciam aos 20 anos ou mais.  



• Mesmo sem um diagnóstico de dependência alcoólica, o consumo pode ser prejudicial à medida que a criança ou adolescente está habituado a passar por uma série de situações apenas sob efeito de álcool. 


Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria / Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Depressão em adolescentes


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A depressão, quando acomete adolescentes, repercute em suas vidas como um todo, seja na escola, em casa e com seus amigos e colegas. O grau com que isto acontece pode variar, assim como as consequências.


As manifestações da depressão incluem:

Distúrbios emocionais

  • Perda de autoestima; necessidade frequente de palavras reconfortantes e de confirmação para seus atos.
  • Tristeza, acompanhada ou não de crises de choro sem motivo aparente.
  • Autocrítica exagerada e sentimento de culpa, inclusive para eventos ocorridos no passado; sensibilidade exacerbada a situações consideradas como de rejeição.
  • Sensação de vazio.
  • Alterações de comportamento manifestadas por irritabilidade, impaciência e perda de interesse em atividades cotidianas, incluindo as prazerosas, tanto no círculo familiar, como entre os colegas e amigos.
  • Dificuldade de concentração e de memória.
  • Sentimento crescente de que a vida não vale a pena; visão pessimista e desoladora do futuro.
  • Morte como um tema de pensamento frequente; ideação suicida.

Comportamentos que devem chamar a atenção:

  • Insônia, ou sono excessivo.
  • Perda de apetite com emagrecimento, ou excesso de apetite e ganho de peso.
  • Sensação de cansaço e de falta de energia para atividades.
  • Queixas frequentes de dores de cabeça ou no corpo sem explicação aparente.
  • Lentidão no pensar, no falar e no agir.
  • Inquietude e agitação, com dificuldade de concentração.
  • Absenteísmo e queda do desempenho escolar.
  • Uso de álcool e/ou drogas.
  • Isolamento social.
  • Aparência descuidada, aspecto desleixado.
  • Comportamento agressivo, disruptivo ou de risco; ações teatrais, como se estivesse representando algo.
  • Autoagressão: cortes, queimaduras, piercing ou tatuagens excessivas.
  • Planos ou tentativas suicidas.

Quando procurar ajuda

Os limites entre saúde e doença são tênues. O que é apenas um comportamento inadequado e o que passou deste ponto e é manifestação da doença depressiva, é delicado e pode ter consequências que passam pela omissão, chegando até a ações e rotulagens muitas vezes inadequadas e inconvenientes.
Pais, familiares, professores, amigos, ou outras pessoas que são próximas ao adolescente devem conversar com o jovem quando comportamentos e/ou sentimentos considerados não usuais começam a aparecer. O diálogo terá como objetivo a distinção entre saber se o que está acontecendo é algo manejável pelo jovem e pelas pessoas que lhe são próximas, ou se já chegou o momento de procurar por pessoas e/ou instituições especializadas. Caso sejam percebidas repercussões na vida pessoal, acadêmica, familiar ou social, um profissional de saúde mental, psicólogo ou psiquiatra, devem ser consultados. É importante enfatizar que a percepção da gravidade do problema e a busca por ajuda pode partir do próprio adolescente.

Quando a ajuda é urgente

Ideação ou tentativa de suicídio devem levar à busca de auxílio imediato. Comentários não devem ser ignorados, mas sempre seguidos rapidamente por ações que incluam:
  • Contato com telefones e/ou redes sociais de apoio a suicidas;
  • Busca por profissionais de saúde, médicos, psicólogos, por telefone, diretamente nos consultórios, ou nos serviços de urgência;
  • Auxílio de amigos e familiares;
  • Apoio de líderes religiosos ou espirituais aos quais o jovem esteja ligado de alguma forma.
Cuidados devem ser tomados para não deixar o jovem sozinho nestes momentos.

Causas de depressão

Embora não completamente elucidadas, algumas das causas e fatores de risco incluem:
  • Distúrbios metabólicos incluindo aqueles envolvendo neurotransmissores e hormônios.
  • Problemas emocionais ou físicos em algum momento da vida; assédios; problemas familiares envolvendo ou não mortes, perdas e separações.
  • História familiar de depressão.
  • Aparecimento de padrões negativos de pensamento.
  • Condições de saúde, incluindo doenças crônicas, obesidade, deficiência física.
  • Dificuldades escolares, ligadas ao desempenho escolar, ou ao ambiente social com amigos e colegas.
  • Bullying; abusos sexuais.
  • Transtornos da atenção e hiperatividade, bulimia, anorexia nervosa, traços depressivos de personalidade e outras entidades psicológicas ou psiquiátricas.
  • Abuso ou dependência de drogas.
  • Transtornos relacionados à sexualidade.

Consequências

Depressão não tratada leva a sofrimento e a problemas comportamentais que podem ter consequências graves como:
  • Conflitos sociais e familiares;
  • Mal desempenho acadêmico;
  • Abuso de álcool e drogas;
  • Problemas de ordem judicial;
  • Suicídio.

Estimativa da OMS indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade.


Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes.


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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Inteligência emocional

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Somos românticos assumidos e dramáticos por opção. Gostamos de supervalorizar a dor e também acreditamos ser mais fácil curar um coração ferido à poupá-lo de sofrer sem necessidade. Isso explica, talvez, porque encaramos nossos erros como hábitos e não como um acidente de percurso.
Não deixe seu coração tomar decisões, ele não é tão inteligente assim.

Acontece que, diferente do que dizem, inteligência emocional não é algo que pode ser adquirido por conselhos, exemplos ou dado como presente de aniversário. Adquire-se depois de muitos nocautes e depois de muitas, mas muitas quedas.


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Na definição (ou, como dizem, na teoria), inteligência emocional é deixar suas ações serem dirigidas pela razão, e não pelas emoções. Na prática, como já dizia Freud, “é o único meio que possuímos de dominar nossos instintos”.

Para Gikovate, “uma característica da maturidade é o senso de responsabilidade sobre si mesmo, assim como o desenvolvimento de uma sólida disciplina: isso significa controle racional sobre todas as emoções. (…).

Controlar não significa reprimir e muito menos sempre deixar de agir de acordo com as emoções; significa apenas que elas passam pelo crivo da razão e só se tornam ação quando por ela avalizadas. Esse é mais um motivo para que sejam criaturas confiáveis, uma vez que exercem adequado domínio sobre si mesmas”.


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Ser inteligente emocionalmente é….

Ser inteligente emocionalmente é respeitar a decisão dos outros, mas não permitir ser vítima delas. É deixar ir quem quer ir e entender que nem todos merecem seu sofrimento. Ser inteligente é saber que ninguém é tapa buraco de ninguém e que somos responsáveis pelos relacionamentos que atraímos.

Ser inteligente é ser sensível e forte ao mesmo tempo. É ser genuinamente sensível para entender que um fim de relacionamento não é o fim da vida e, é claro, forte, para seguir sem mágoas, discussões e cobranças. É saber que um relacionamento abusivo não é MESMO o melhor para você e que, respeitar os limites criados pelo amor próprio e pela razão é um direito que você não deve abrir mão, em hipótese alguma.


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Ser inteligente é entender que nem todos merecem seu sofrimento e que, como dizia Shakespeare, “nem toda nuvem gera tempestade”. É saber discernir entre o bem e o mal, entre o necessário e supérfluo e entre aquilo que merece sua atenção e o que exige seu esquecimento.

E, de uma vez por todas…

Ser inteligente é respeitar de verdade a opinião do seu coração, mas deixar que as decisões da vida sejam tomadas com mais frequência pelo seu cérebro, e não por ele.

O texto Inteligência emocional: não deixe seu coração tomar decisões foi publicado originalmente em Superela.


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domingo, 29 de outubro de 2017

O Fundo da Piscina



Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar  somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. 
Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu respondeu: 

Há alguns anos eu era um professor de natação. Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. 

Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. 

Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue. Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. 

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Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. 

Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar. Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes. 

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Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar, ou retardar as coisas, pois, tudo acontecerá no seu devido tempo e esse tempo é o tempo Dele e não o nosso... 

Um grande abraço !!!! 
Que DEUS continue abençoando a todos!
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sábado, 28 de outubro de 2017

A importância do brincar

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O brincar não é apenas um direito da criança como determina o Artigo nº 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Os estímulos que a criança recebe na infância são importantes porque auxiliam em vários aspectos do seu desenvolvimento como raciocínio, linguagem, socialização, autoestima e no desenvolvimento de suas habilidades motoras. 
O que muitos pais não sabem é o quanto a sua participação é fundamental nesse processo. 
O brincar vai além da diversão. É por meio da brincadeira que a criança se relaciona com o mundo e estabelece laços afetivos. Os incentivos contribuirão para a sua formação, por isso, os pais atuam como estimuladores da construção desse desenvolvimento global.
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As relações que se estabelecem no processo do brincar são tão importantes quanto os demais cuidados que os pais ou responsáveis têm no dia a dia com as crianças. 
Ao brincar, a criança experimenta sentimentos, aprende sobre regras e é estimulada a usar a imaginação. Ao incentivar as brincadeiras, os pais contribuem com desafios, estimulam a autoconfiança e a autonomia. 
A criança passa também a descobrir sobre suas preferências, contribuindo para a formação de um cidadão crítico e consciente.





A importância do brincar

O brincar tem papel fundamental no desenvolvimento da criança. A participação dos pais também contribui, e muito, nesta etapa. Entenda
JOGOS E BRINCADEIRAS QUE AS CRIANÇAS ADORAM!
Criar momentos de interação e diversão contribuem para o aprendizado lúdico. Para ajudar desenvolvimento dos pequenos, veja quais atividades são indicadas conforme a idade.

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Fonte: Hospital Albert Einstein/ Filhos: dos 2 a 10 anos de idade. Dos pediatras da Sociedade Brasileira de Pediatria para os pais. Editora Manole/ Pastoral da Criança.
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O momento da brincadeira é uma oportunidade de desenvolvimento para a criança. Através do brincar ela aprende, experimenta o mundo, possibilidades, relações sociais, elabora sua autonomia de ação, organiza emoções. Ás vezes os pais não tem conhecimento do valor da brincadeira para o seu filho.

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Dispositivos Móveis x Relação Pais e Filhos

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Dispositivos móveis x Relação pais e filhos

Pesquisa da AVG Technologies mostra como a tecnologia tem influenciado de forma negativa na relação entre pais e filhos.

Em junho de 2015, a série de estudos Digital Diaries, da AVG Technologies, realizou uma pesquisa on-line com 6.117 pessoas, envolvendo pais e seus filhos com idades entre 8 e 13 anos, em nove países - Austrália, Brasil, Canadá, República Tcheca, França, Alemanha, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. 


O objetivo foi descobrir como os smartphones estão mudando o relacionamento entre os pais e seus filhos. Os resultados são preocupantes e servem para refletir sobre as ações em casa. 

No Brasil os dados são ainda mais curiosos. Enquanto de forma global 54% dos pais responderam que acreditam checar exageradamente o smartphone, no Brasil o número de respostas chegou a 71%. 

Além disso, 87% dos filhos concordam que os pais usam demais os aparelhos. Separamos os principais dados respondidos pelos brasileiros e algumas das respostas que expõe o quanto o comportamento dos pais acaba sendo reproduzido pelos filhos. 

Fonte: Diários Digitais AVG


Facebook revela que relação entre pais e filhos mudou por causa da tecnologia

Um estudo realizado pelo Facebook revela como a combinação entre mobilidade e conectividade afetou a relação entre filhos e pais. Chamado de 'Meet the Parents', o estudo aponta que, devido a tecnologia, os pais mudaram a maneira como compartilham suas experiências e acompanham o desenvolvimento dos filhos com familiares e amigos.
Segundo a pesquisa, apesar dos pais estarem mais conectados, muitos deles utilizam os dispositivos móveis de maneira diferente, variando de acordo com a idade de seus filhos. Para 74% dos novos pais entrevistados, a mobilidade ajuda a manter contato com membros da família durante os primeiros meses de uma criança. Já para 54% dos pais de crianças pequenas, os dispositivos servem para manter seus filhos entretidos. Para 43% dos pais de crianças em idade escolar, os dispositivos ajudam os filhos a serem mais produtivos. No caso dos pais de adolescentes, 71% afirmaram que utilizam dispositivos móveis para se manter conectados com seus filhos; levando em conta apenas o Brasil, este índice é de 55%.
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Outro dado interessante revelado no estudo tem relação com o acesso sem precedentes à informação. Para 87% dos entrevistados brasileiros, atualmente existe mais informações sobre a criação de filhos do que seus pais possuíam. 81% deles afirmam que se sentem mais informados do que seus pais eram. Sobre esse tema, o estudo do Facebook também constatou que o acesso às informações podem ajudar os novos pais a tomarem decisões mais assertivas, mas ao mesmo tempo pode criar a sensação de que se está fazendo o que é errado.
Os dispositivos móveis também tem ajudado os pais a registrar e compartilhar momentos importantes de seus filhos. Os pais passam 1,2 vezes mais tempo no Facebook do que aqueles que não possuem filhos. Além disso, mães de primeira viagem passam 1,3 vezes mais tempo no Facebook pelo celular do que mulheres que não tem filhos. Elas também postam 1,7 vezes mais atualizações de status, 2,4 vezes mais fotos e 2,3 vezes mais vídeos do que mulheres que não são mães.
A pesquisa finaliza explicando que os pais contam com maior suporte ao criar seus filhos do que antes, ao menos virtualmente. Segundo os dados, existem, em média, 18 indivíduos ajudando a criar uma criança, enquanto que 58% dos pais acreditam ser mais fácil conectar seus filhos a outros membros da família graças à conectividade e à mobilidade.

Fonte:https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-revela-que-relacao-entre-pais-e-filhos-mudou-por-causa-da-tecnologia-63139/















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Sobre Marcio Natali

Tenho por finalidade alcançar as comunidades e congregar pessoas, físicas e jurídicas, com o propósito de promover atividades direcionadas à Educação, ao Desporto e utilizar a Arte como ferramenta de transformação Humana e Social com o objetivo de conscientização e valorização da vida humana, visando o resgate da cidadania e integração familiar.

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